segunda-feira, 28 de março de 2016

Oriki Nàná



Oriki Nàná
 
Okiti kata, ekùn a pa eran má ni yan.
Olu gbongbo ko sun ebi eje.
Gosungosun on wo ewu eje.
Ko pá eni ko jé oká odún.
A ni esin o ni kange.
Odo bara otolurio.
Omi a dake jé pa eni
Ómó Òpara ogan ndanu
Sese ibá o.
Ibá iye ni mo jé ni ko jé ti aruní. 
Emi wa foribale fun sese.
Oluidu pe o bàbá.
Ni adie ko tuka.
Yèyé mi ni Báribà li akoko.
Emi ako ni alá mo le gbe agada.
Emi a wa kiyà Onílé ki ilé.

Àse.
 

Okiti katalá leopardo que mata um animal e o come sem assá-lo.
O dono de uma bengala, não dorme e tem sede de sangue.
Salpicado com osùn, seu traje parece coberto de sangue.
Ela só poderá comer massa no dia da festa, se tiver matado alguém.
Ela tem o cavalo, ela tem o guizo.
Água adormecida que mata alguém sem preveni-lo.
Filha de Òpara.
Òrìsà, eu te saúdo.
Louvo a vida e não a cabeça.
Venho prosternar-me diante do òrìsà.
Presto homenagem aos ancestrais.

Aquele que tem frango, não o depena vivo.
Minha mãe estava primeiramente em Báribà.
Eu o primeiro a poder usar a espada.
Venho saudar a dona da terra para que ela me proteja.
Àse

Oríkì Òsányìn



Oríkì Òsányìn

 Ìba Òsányìn
Ìba oni ewè
Kó si àrún
Kó si àkóbá
Àse

Elogio para o espírito do medicamento das folhas.
Eu elogio o dono do medicamento das folhas. 
Me livre de adoecer. 
Me livre das coisas negativas. 
Eu dou graças ao dono do medicamento.
Àse. 

Oríkì Òsùmàré



Oríkì Òsùmàré

Òsùmàré a gbe òrun li apa ira.
Ile libi jin ojo.
O pon iyun pon Nàná.
O fi oro kan idawo luku wo.
O se li oju obà ne.
Oluwo li awa rese mesi eko ajaya.
Baba nwa li ode ki awa gba ki.
A pupo bi òrun.
Olóbi awa je kan yo.
O de igbo kùn bi ojo.
Okó ijoku igbo elu ko li égun.
Okó ijoku dúdú oju e a fi wo ran.

Àse. 

Òsùmàré permanece no céu que ele atravessa com o braço
Ele faz a chuva cair na terra. 
Ele busca os corais, ele busca as contas de Nàná. 
Com uma palavra ele examina Luku. 
Ele faz isso perante seu rei 
Chefe a quem adoramos 
O pai vem ao pátio para que cresçamos e tenhamos vida 
Ele é vasto como o céu 
Senhor do Obi, basta à gente comer um deles para ficar satisfeito. 
Ele chega à floresta e faz barulho como se fosse à chuva 
Esposo de Ijó, a mata de anil não tem espinhos. 
Esposo de Ijóku, que observa as coisas com seus olhos negros. 

Àse.

Orikì Òsún



Orikì Òsún

 
Mbe, Mbe ma Yèyé.
Mbe, Mbe L’Òro.
Òsún àwúráolu...
Serge si Elewé rojú oniki......
Làtojúku awede we mo...
Eni Idè ki su omi a san rere...
Alose k’ojú Èwùjì o san rere...
Alodè k’ojú emu jí o san rere...
O malé Òdàlè o san rere...
Àse.
 
Existe, sempre existirá a mãe...
Existe, sempre existirá em nossa tradição.
O espírito do rio, o tocador do casco da tartaruga.
Abra o caminho da atração, mãe das saudações. Espírito da limpeza, que limpa do interior para fora.
A fabricante de bronze não polui a água.
Temos o direito de usar a coroa que nos desperta todo o prazer.
Temos o direito de usar a coroa que desperta todo o prazer.
O espírito da terra que vagueia livremente.
Àse.

Oríkì Òya



Oríkì Òya

 
Òya
A Floresta escura, a mais profunda obscuridade.
Que agarra e engole você na floresta
Vento da Morte
Quebrou  cabaça, quebrou o arbusto.
Mulher de Sòngó 
Quebrou os dedos
E os intestinos do mentiroso 
Grande Òya
Só ela aproveita os chifres do búfalo
Só ela confronta o morto em seu retorno
Rapidamente ela arruma suas coisas, rapidamente.
Òya mensageira, me carregue nas costas
Não me deixe no chão.
Ela queima como o fogo na lareira.
Em todos os lugares ao mesmo tempo.
Tornado, ela faz tremer a copa das árvores 
Grande Òya
Furacãodesperta Égúngún
Corajosamente pega seu sabre
O ÌyáÌyá o.
Mãe Òya
Não é de hoje que lhe dão honras
Mas há muito tempo
O ÌyáÌyá o.
Mãe Òya
Ela é a única que emprega verdade contra a mentira.
Ela vive na fronteira
Entre a Vida e a Morte
O ÌyáÌyá o.
Se for tambor Bembe, ela dança, ó ela vai dançar.
Quem dança Tambores Bata?
Òya dança!
Quem dança Sekere,
Òya dança!
Esposa de Sàngó, é a única que dançaseja o que for.
Ela vem utilizando disfarce Egúngún por um longo tempo.
Òya tem muita honra.
Ela se virou e tornou-se òrìsà.
Òya guarda a estrada para o mundo e fora dele.
Òya, respeitável e incrível!

Oríkì Òsóòsì



Oríkì Òsóòsì


Ibá Òsóòsì.
Ibá Ológarare.
Ibá Oni bèbè.
Ibá Osolikere.
Ode ata matase,
Agbani níjọ to buru,
Oni ode gan fi di ja,
A juba Odé.
Ase.

Òsóòsì eu te saúdo.

Eu louvo o Irunmolè independente.
Eu louvo o dono da margem do rio.
Eu louvo o feiticeiro da floresta.
Caçador que nunca erra o alvo.
Sábio espírito que distribui muitas bênçãos
Senhor do papagaio que me guia e me faz superar o medo.
Eu louvo o espírito do caçador.
Àse.

Oríkì Obàluwayé


Oríkì Obàluwayé 
 
 
 

 
Orìsà jìngbìnì.
Abàtà, arú bí ewè ajó.
Orisá tí nmú omo mú ìyá.
Bí Obaluwaye bá mú won tún.
O tún lè sáré lo bábá.
Orìsà bí àjé.
Obaluwaye mo ilé osó, ó mo ilé àjé.
O gbá osó l'ójú.
Osó kún fínrínfínrín.
O pa àjé ku ìkan soso.
Orìsà jìngbìnì.
Obaluwaye a mú ni toùn toùn.
Obaluwayè sí odù re hàn mí.
Kí ndi olówó.
Kí ndi olomo. 
Àse.
 
Òrìsà forte.
Abatá que floresce exuberante como as folhas da árvore ajó.
Òrìsà que pune a mãe juntamente com o filho.
Depois que Obàluwayé acabar de castigá-los.
Ainda poderá castigar o pai.
Òrìsà semelhante a uma feiticeira.
Obàluwayé conhece tanto a casa do feiticeiro como a da bruxa .
Desafiou o feiticeiro.
E este correu desesperado.
Matou todas as bruxas permitindo que apenas uma vivesse.
Òrìsà forte.
Para que eu seja uma pessoa fértil. 
Obàluwayé abra seu Odù para mim.
Para que eu seja uma pessoa próspera.
Obàluwayé, que faz as pessoas perderem a voz.
Àse.